STARTUPS – Nova área de atuação do Ferreira & Hitelman

STARTUPS – Nova área de atuação do Ferreira & Hitelman

No mundo empresarial, é comum ouvir o termo “startup”. A definição dessa palavra representa empresas – geralmente de tecnologia – que estão iniciando sua operação no mercado.

Estas companhias ainda não têm seu desenvolvimento completo e, por isso, passam pela fase de pesquisas.

De modo geral, uma startup pode ser definida como uma empresa nova, com custo baixo, que possui uma ideia inovadora e com grande potencial de crescimento e valorização.

Seus fundadores, apesar de possuírem pouca experiência empresarial, possuem um profundo conhecimento técnico a respeito do objeto social da startup. E, esse detalhe tem seu lado positivo e também o lado negativo.

Sob o lado positivo, ter um profundo conhecimento do “produto” a que se pretende industrializar, comercializar ou simplesmente prestar um serviço é fundamental para que esse negócio tenha plenas condições de desenvolvimento e uma boa qualidade. Afinal, o criador do negócio conhece muito bem sobre seu “produto” ou serviço. Porém, pelo lado negativo, geralmente, esses “técnicos” apesar de serem conhecedores do seu produto, não necessariamente são conhecedores do negócio (business), e isso acarreta uma série de problemas em efeito cascata.

Não basta, portanto, um técnico em TI extremamente habilidoso criar uma ferramenta inovadora de processamento de dados, por exemplo. Ele deve também conhecer (ou se associar com quem conheça),a respeito do mercado, dos valores praticados em produtos semelhantes, dos custos, dos lucros, dos principais obstáculos, do perfil dos clientes, da documentação formal e legal e das certificações exigidas para o mercado a que se esta empreendendo, dentre tantos outros detalhes.

O fato é que, na prática, muitos empreendedores apenas se concentram na ideia inovadora, no produto de qualidade e no potencial de lucratividade e se esquecem dos demais detalhes inerentes ao business propriamente dito.

Ora, o business é tudo aquilo (e um pouco mais) que está atrelado ao universo que se deseja empreender, tanto com os fatores positivos, como os negativos e desagradáveis de se pensar e lidar, como por exemplo, os custos, as despesas fixas e extraordinárias, os tributos, as burocracias, as certificações, as autorizações, as homologações etc etc etc.

É claro que as partes mais legais estão geralmente voltadas para a criação, lançamento, comercialização e lucros. Mas, o que tem por trás dessa parte legal é muito tanto ou mais importante quanto a “parte gostosa do negócio”.

É por isso que ter um assessoramento jurídico eficiente é fundamental para as startups que estão iniciando suas atividades empresariais.

Nosso escritório está prontamente preparado para atender os empreendedores de STARTUPS e ajuda-los a tornar o sonho em realidade.

Consulte-nos!

 

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